Comando
Texto 15A1-I
Você mora em um lugar competitivo? Essa é a pergunta feita pelo Ranking de competitividade dos estados, que metrifica, em uma escala de 0 a 100, todos os cantos do Brasil, para classificar as 27 unidades federativas com base em dez pilares diferentes: segurança pública, infraestrutura, sustentabilidade social, solidez fiscal, educação, sustentabilidade ambiental, eficiência da máquina pública, capital humano, potencial de mercado e inovação.
De acordo com os gráficos mostrados a seguir, dos mais de vinte estados, apenas cinco não mudaram de posição ao longo do último ano (2022), com destaque para São Paulo e Santa Catarina, que lideram, assim como Rio de Janeiro e Roraima, que subiram bastante.




Ao todo, são quase noventa critérios avaliados dentro dos
pilares fundamentais, que incluem desde infraestrutura até o
capital humano de cada localidade, com pesos diferentes entre si.
Paulistas lideram o ranking há anos. No ano de 2022,
porém, houve piora no quesito segurança patrimonial, com
aumento no número de furtos e roubos. Estados do Norte e do
Nordeste são os menos competitivos do país.
Trata-se de uma ferramenta de avaliação da administração
pública, de diagnóstico e auxílio na escolha das prioridades e de
promoção de boas práticas organizacionais, que, além de ajudar
políticos a priorizarem ações com base em uma inteligência de
dados bem robusta — ou seja, como um sistema de incentivo
para os líderes públicos —, pode ser um bom indicador da gestão
pública da região. São referências adotadas pelo ranking que
apresentam novos parâmetros para os estados brasileiros.
Internet: https://igdd.org.br (com adaptações).
Com base na compreensão literal das informações do texto 15A1-I,
julgue os itens que se seguem.
A ideia principal do texto reside na informação explícita de que o Ranking de competitividade dos estados busca distinguir os estados mais bem desenvolvidos dos estados com menor desenvolvimento.