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Aprendemos desde cedo que a linguagem verbal serve para comunicar e frequentemente dizemos que o importante é a comunicação. Quando se fala em comunicação, muitas vezes, pensamos que se está falando na transmissão de informações. Comunicar não se limita, entretanto, a transmitir informações. Realmente, há momentos em que desejamos apenas fornecer uma informação, mas, muito frequentemente, temos outros objetivos, como: dar uma ordem, expressar um sentimento, fazer um pedido, exercer algum tipo de influência, fazer o outro mudar de opinião...
O ser humano vive em sociedade, isto é, fazemos parte de grupos sociais e agimos em conjunto com nossos semelhantes; interagimos. Na verdade, é para interagir que nos comunicamos, falamos e escrevemos. Por isso, não podemos nos esquecer de que a comunicação, ou a interação, envolve mais do que simplesmente informação; envolve, sobretudo, alguma forma de ação sobre o outro.
Fonte: Ana Lúcia Tinoco Cabral. A força das palavras. São Paulo: Editora Contexto, 2010, p. 10-11 (com adaptações).
Texto 2 de 2
Por meio de relatórios epidemiológicos de determinada organização, verificou-se elevada prevalência de obesidade e sedentarismo, que são fatores de risco para diabetes melito tipo 2 entre os trabalhadores. Os diretores dessa organização, então, decidiram realizar uma campanha de conscientização sobre essas morbidades. Com referência à situação hipotética apresentada e aos múltiplos aspectos a ela relacionados, julgue os itens a seguir.
A campanha deve alertar os trabalhadores sobre a diferença entre exercício físico e atividade física: o primeiro é definido como qualquer movimento que requeira gasto energético, enquanto a atividade física é estruturada com o objetivo de melhorar o condicionamento físico e a saúde.