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Aprendemos desde cedo que a linguagem verbal serve para comunicar e frequentemente dizemos que o importante é a comunicação. Quando se fala em comunicação, muitas vezes, pensamos que se está falando na transmissão de informações. Comunicar não se limita, entretanto, a transmitir informações. Realmente, há momentos em que desejamos apenas fornecer uma informação, mas, muito frequentemente, temos outros objetivos, como: dar uma ordem, expressar um sentimento, fazer um pedido, exercer algum tipo de influência, fazer o outro mudar de opinião...
O ser humano vive em sociedade, isto é, fazemos parte de grupos sociais e agimos em conjunto com nossos semelhantes; interagimos. Na verdade, é para interagir que nos comunicamos, falamos e escrevemos. Por isso, não podemos nos esquecer de que a comunicação, ou a interação, envolve mais do que simplesmente informação; envolve, sobretudo, alguma forma de ação sobre o outro.
Fonte: Ana Lúcia Tinoco Cabral. A força das palavras. São Paulo: Editora Contexto, 2010, p. 10-11 (com adaptações).
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médica com fortes dores nas pernas, febre e cansaço extremo. Após exames e investigação exaustiva, a criança recebeu o diagnóstico de leucemia e precisou ser hospitalizada para início imediato do tratamento. A família teve de se organizar para acompanhar a criança e rever a rotina global, uma vez que Lucas não tinha alta prevista para os próximos dias. Considerando o caso clínico precedente e o papel do psicólogo no contexto hospitalar, julgue os itens seguintes.
O papel do psicólogo da saúde no contexto hospitalar em questão consiste, entre outros aspectos, na avaliação e no tratamento de transtornos comportamentais associados ao adoecimento, com ênfase na promoção da saúde e prevenção de agravos.