Texto 1 de 2
Aprendemos desde cedo que a linguagem verbal serve para comunicar e frequentemente dizemos que o importante é a comunicação. Quando se fala em comunicação, muitas vezes, pensamos que se está falando na transmissão de informações. Comunicar não se limita, entretanto, a transmitir informações. Realmente, há momentos em que desejamos apenas fornecer uma informação, mas, muito frequentemente, temos outros objetivos, como: dar uma ordem, expressar um sentimento, fazer um pedido, exercer algum tipo de influência, fazer o outro mudar de opinião...
O ser humano vive em sociedade, isto é, fazemos parte de grupos sociais e agimos em conjunto com nossos semelhantes; interagimos. Na verdade, é para interagir que nos comunicamos, falamos e escrevemos. Por isso, não podemos nos esquecer de que a comunicação, ou a interação, envolve mais do que simplesmente informação; envolve, sobretudo, alguma forma de ação sobre o outro.
Fonte: Ana Lúcia Tinoco Cabral. A força das palavras. São Paulo: Editora Contexto, 2010, p. 10-11 (com adaptações).
Texto 2 de 2
Julgue os próximos itens, com base no Código de Ética Profissional do Assistente Social.
Considere que Luke tenha terminado a graduação em serviço social no ano de 1999, se mudado para o exterior no ano 2000 e retornado ao Brasil em 2024, sem experiência profissional. Considere, ainda, que ele tenha contado aos amigos que não conhecia a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, mas que, por indicação de um familiar, tenha assumido em uma empresa a responsabilidade pela avaliação biopsicossocial da deficiência de 10 novos empregados. Nessa situação hipotética, a conduta de Luke está de acordo com o previsto no Código de Ética Profissional do Assistente Social, que expressamente a autoriza.