Texto 1 de 2
Aprendemos desde cedo que a linguagem verbal serve para comunicar e frequentemente dizemos que o importante é a comunicação. Quando se fala em comunicação, muitas vezes, pensamos que se está falando na transmissão de informações. Comunicar não se limita, entretanto, a transmitir informações. Realmente, há momentos em que desejamos apenas fornecer uma informação, mas, muito frequentemente, temos outros objetivos, como: dar uma ordem, expressar um sentimento, fazer um pedido, exercer algum tipo de influência, fazer o outro mudar de opinião...
O ser humano vive em sociedade, isto é, fazemos parte de grupos sociais e agimos em conjunto com nossos semelhantes; interagimos. Na verdade, é para interagir que nos comunicamos, falamos e escrevemos. Por isso, não podemos nos esquecer de que a comunicação, ou a interação, envolve mais do que simplesmente informação; envolve, sobretudo, alguma forma de ação sobre o outro.
Fonte: Ana Lúcia Tinoco Cabral. A força das palavras. São Paulo: Editora Contexto, 2010, p. 10-11 (com adaptações).
Texto 2 de 2
Paciente de 72 anos de idade, sexo masculino, acamado e afásico por AVC prévio, deu entrada no pronto-socorro com rebaixamento do nível de consciência e sinais evidentes de desidratação. O paciente é diabético, mas ficou sem insulina nas últimas duas semanas por conta de falha de distribuição da rede local. Após franca hidratação endovenosa, despertou agressivo e confuso. Considerando o caso clínico apresentado, julgue os itens subsequentes.
A medicação de escolha para controlar agitação psicomotora na urgência é o Diazepam IM.