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Aprendemos desde cedo que a linguagem verbal serve para comunicar e frequentemente dizemos que o importante é a comunicação. Quando se fala em comunicação, muitas vezes, pensamos que se está falando na transmissão de informações. Comunicar não se limita, entretanto, a transmitir informações. Realmente, há momentos em que desejamos apenas fornecer uma informação, mas, muito frequentemente, temos outros objetivos, como: dar uma ordem, expressar um sentimento, fazer um pedido, exercer algum tipo de influência, fazer o outro mudar de opinião...
O ser humano vive em sociedade, isto é, fazemos parte de grupos sociais e agimos em conjunto com nossos semelhantes; interagimos. Na verdade, é para interagir que nos comunicamos, falamos e escrevemos. Por isso, não podemos nos esquecer de que a comunicação, ou a interação, envolve mais do que simplesmente informação; envolve, sobretudo, alguma forma de ação sobre o outro.
Fonte: Ana Lúcia Tinoco Cabral. A força das palavras. São Paulo: Editora Contexto, 2010, p. 10-11 (com adaptações).
Texto 2 de 2
Determinada aplicação possui backend que deve enviar notificações aos usuários finais por meio de dois canais: emails e notificações push para o aplicativo móvel. A aplicação publica a notificação para duas filas (email e push), uma para cada canal. Os programas que gerenciam emails e notificações push se inscrevem na fila em que estão interessados e lidam com as notificações assim que elas chegam. Com base nessa situação hipotética, julgue o item subsequente, relativo a RabbitMQ.
Na situação hipotética apresentada, o RabbitMQ poderia ser utilizado como message broker, pois essa solução permite intermediar a comunicação entre diferentes componentes de um sistema, permitindo que eles se comuniquem de forma assíncrona e desacoplada, e pode, nesse caso, realizar manutenção nos gerenciadores de notificação sem interromper todo o serviço.