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Aprendemos desde cedo que a linguagem verbal serve para comunicar e frequentemente dizemos que o importante é a comunicação. Quando se fala em comunicação, muitas vezes, pensamos que se está falando na transmissão de informações. Comunicar não se limita, entretanto, a transmitir informações. Realmente, há momentos em que desejamos apenas fornecer uma informação, mas, muito frequentemente, temos outros objetivos, como: dar uma ordem, expressar um sentimento, fazer um pedido, exercer algum tipo de influência, fazer o outro mudar de opinião...
O ser humano vive em sociedade, isto é, fazemos parte de grupos sociais e agimos em conjunto com nossos semelhantes; interagimos. Na verdade, é para interagir que nos comunicamos, falamos e escrevemos. Por isso, não podemos nos esquecer de que a comunicação, ou a interação, envolve mais do que simplesmente informação; envolve, sobretudo, alguma forma de ação sobre o outro.
Fonte: Ana Lúcia Tinoco Cabral. A força das palavras. São Paulo: Editora Contexto, 2010, p. 10-11 (com adaptações).
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A imagem a seguir corresponde a uma tomografia computadorizada de feixe cônico com a finalidade de planejar uma reabilitação dentária implantosuportada na região edêntula do primeiro molar inferior direito. A linha vertical demonstra a medida da altura óssea disponível para a colocação do implante, que vai do topo da crista óssea até o osso cortical superior da mandíbula.

C. Adames, H. Gaêta-Araujo, A. Franco, M.Q.S. Soares, J.L.C. Junqueira, A.C. Oenning. Influence of
CBCT‑derived panoramic curve variability in the measurements for dental implant planning. In: Oral
Radiology, 2024, Jan; 40(1), p. 30-36. (com adaptações).
A partir da imagem e das informações precedentes, julgue os itens a seguir.
A reconstrução axial dos arcos dentários oferece a possibilidade de análise da distribuição de implantes, conforme a configuração do padrão de crescimento mandibular, sendo maior a quantidade de implantes para o arco em forma de U invertido.