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Aprendemos desde cedo que a linguagem verbal serve para comunicar e frequentemente dizemos que o importante é a comunicação. Quando se fala em comunicação, muitas vezes, pensamos que se está falando na transmissão de informações. Comunicar não se limita, entretanto, a transmitir informações. Realmente, há momentos em que desejamos apenas fornecer uma informação, mas, muito frequentemente, temos outros objetivos, como: dar uma ordem, expressar um sentimento, fazer um pedido, exercer algum tipo de influência, fazer o outro mudar de opinião...
O ser humano vive em sociedade, isto é, fazemos parte de grupos sociais e agimos em conjunto com nossos semelhantes; interagimos. Na verdade, é para interagir que nos comunicamos, falamos e escrevemos. Por isso, não podemos nos esquecer de que a comunicação, ou a interação, envolve mais do que simplesmente informação; envolve, sobretudo, alguma forma de ação sobre o outro.
Fonte: Ana Lúcia Tinoco Cabral. A força das palavras. São Paulo: Editora Contexto, 2010, p. 10-11 (com adaptações).
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caminhadas apressadas, e atualmente, aos mínimos esforços. A paciente também referiu labilidade emocional, tremores, palpitações, intolerância ao calor, sudorese excessiva e perda de peso havia quatro meses. Ela usava apenas anlodipino 5 mg ao dia devido ao diagnóstico de hipertensão arterial havia três meses. Ao exame físico, apresentava pressão arterial de 172 mmHg 76 mmHg, frequência cardíaca de 143 bpm, estertores crepitantes bilaterais ocupando aproximadamente um terço da parte inferior do tórax, refluxo hepatojugular, ritmo cardíaco irregular em três tempos (terceira bulha), sem sopros, edema bilateral dos membros inferiores com extremidades quentes. O ECG é mostrado a seguir.




Com base nesse caso clínico, julgue os próximos itens.
Recomenda-se o uso de apixabana para essa paciente.