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A Estratégia Global da OMS para a Hanseníase 2021–2030 não mais objetiva, como em estratégias anteriores, a “eliminação da hanseníase como problema de saúde pública”, definida como menos de um caso em tratamento por 10.000 habitantes, mas se concentra na interrupção da transmissão e na obtenção de zero casos autóctones. Ao fazer isso, a Estratégia visa motivar os países com alta carga a acelerar as atividades, ao mesmo tempo em que compele os países com baixa carga a completarem a tarefa inacabada de fazer história na hanseníase. Especificamente, a Estratégia promove abordagens inovadoras, convidando os países a desenvolverem “roteiros para zero hanseníase”.
Fonte: Fonte: Estratégia Global de Hanseníase 2021–2030 – “Rumo à zero hanseníase”. OMS, 2021.
Os pilares estratégicos do “Rumo à zero hanseníase” são:
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Implementar, em todos os países endêmicos, um roteiro zero hanseníase do próprio país.
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Ampliar as atividades de prevenção da hanseníase integradas com a detecção ativa de casos.
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Controlar a hanseníase e suas complicações e prevenir novas incapacidades.
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Combater o estigma e garantir que os direitos humanos sejam respeitados.
São componentes-chave dos pilares 2 e 3, respectivamente,