o campo passa a ter independência das grandes consegue interagir e negociar diretamente com utilizar as cidades como intermediadoras ou como urbano, a cidade é o palco de múltiplas dinâmicas do território urbano. A segregação socioespacial é localização das atividades urbanas e das populações. individual dos cidadãos, que optam livremente por organização do espaço urbano como reflexo das como mercado imobiliário, políticas públicas na geografia urbana contemporânea, pois as cidades e de integração plena entre as classes sociais periféricos, sendo praticamente inexistente em prevalece o urbanismo inclusivo fazem parte da história humana, ocorrendo ora de recursos de coleta vegetal ou de caça, ora nações, cujos perdedores se viam ameaçados ou todos os dias diversos movimentos migratórios ao extrema importância para o conhecimento do mundo sobre esse tema é a seguinte: tipo de migração voluntária, que significa um movimento sua saída do local de origem, em direção a outros locais migratórios ocorridos em sua história não está sendo migrações ligadas a questões religiosas população sob a ótica da localização rural e urbana, de ocupação do campo, é possível verificar como Rio de Janeiro e São Paulo foram feitas campo para as essas metrópoles com a expectativa de e cidade deve ser compreendida não como uma uma interdependência dinâmica, em que ambos se mais amplo. Com base nessa perspectiva, do campo, tornando a atividade rural obsoleta e econômico sobre o campo, fornecendo investimentos, ao mesmo tempo que recebe seu excedente fundiária a dependência entre áreas urbanas e rurais, criando autorregulado e autossuficiente apenas de mudanças tecnológicas, sendo pouco e expansão das cidades todos os setores da economia, sendo possível verificar que passa a receber influência daquelas mesmas A alternativa que representa a entrada da cidades, pois, com a globalização, o campo o mercado internacional, sem a necessidade de provedoras do comando técnico da produção CONTINUAÇÃO