O quadro foi pintado na França por uma artista que
nasceu em família rica, de cafeicultores, no interior
de São Paulo. Ao longo da história, foi considerado
uma obra canônica da arte brasileira, uma
representação nacionalista e afirmativa da afrobrasilidade. Entretanto, os debates atuais sobre
descolonização destacam a obra como
problemática por apresentar a figura de uma
mulher negra absolutamente exotizada,
despersonalizada, racializada e objetificada.
O trecho acima faz referência à seguinte obra: