Uma das escolas de arte e design mais influentes
da era Weimar, a Bauhaus negava a arte
expressiva, privilegiando a função em detrimento
da forma. Oferecia um rumo utópico para a
educação artística. Enfatizando a regeneração e
a renovação e promovendo a automatização do
trabalho, a escola ensinava pintura, escultura,
arquitetura, artes têxteis e, em suas palavras,
“acima de tudo uma filosofia moderna de design”.
Era aberta a alunos de qualquer gênero, idade e
classe social e se orgulhava de oferecer uma
educação abrangente e de eliminar as hierarquias
entre disciplinas e técnicas.
Em relação às alunas mulheres: