O materialismo histórico nega a existência de correntes que se pautam em problemas relacionados simbólicas como eixo central de análise. DA QUESTÃO 07 a historiografia vem buscando reinterpretar a noção brasileira como: de preservação da cultura africana através da protagonizado por lideranças quilombolas e a resistência torna-se um conceito vinculado a desobediência, sobrevivência, redes de histórica e a autonomia de sujeitos escravizados e direta e singular da opressão direcionada aos pelo sistema colonial protocapitalista. processos que levaram à Independência do Brasil, Bahia (1822 - 1823), além de questionarem a narrativa destacam multiplicidade de percepções acerca do do país. sobre cultura política, esse episódio passou a ser concreta na consolidação do Estado imperial limitado à resistência militar contra Madeira de amplas. as populações populares atuaram sem consciência regional, no qual agentes subalternos e elites locais desafiando a narrativa de unidade nacional e a legitimação simbólica dos Estados nacionais modernos de rituais oficiais e cultos cívicos que visavam culturais heterogêneas. instrumentos de mediação entre o poder estatal e simbólica por meio de negociação e conciliação, sem representações nacionais, buscou não práticas de memória e silenciou narrativas de exclusão. da cultura popular local, foram selecionadas, de projeto de pluralismo identitário, entretanto sob e qualquer referência simbólica popular, impondo identitárias e simbólicas. de produção são a base estrutural que condiciona enquanto abordagens culturais – como a crenças e práticas simbólicas possuem autonomia da História, está correto afirmar: crenças culturais ou práticas simbólicas, enquanto as à cultura, elegem crenças culturais ou práticas CONTINUAÇÃO