Bourdieu (1998) captou com precisão essa ideia
quando formulou o conceito de língua legítima,
isto é, aquela que, para um determinado Estado,
aparece como a única língua que expressa o
poder e que é (e assim deve ser) muito mais
reconhecida [1] do que conhecida [2]. (4º
parágrafo)
Na frase acima, explorando certo processo
morfológico que distingue a palavra [1] da [2], o
autor põe em confronto um modo de relação entre
língua e comunidade.
O processo morfológico e o modo de relação
expressos em [1] estão apresentados em: