“ ... cuja finalidade, mesmo que não afirmada e
até negada, está em fazer crer que o suposto
domínio deste modo de usar a língua (o que é
praticamente impossível, não estando o sujeito
inserido no lugar social em que este falar se
realiza) traz sucesso social.” (5º parágrafo)
No 5º parágrafo, que tematiza o preconceito
linguístico, o trecho entre parênteses, acima
transcrito, aponta para um elemento constitutivo
da linguagem humana chamado de: