Em primeiro lugar, a autonomia do leitor frente ao
texto literário, tal como coloca Graça Paulino
(2005, p. 63) ao dizer que “a leitura literária deve
ser processada com mais autonomia tendo os
estudantes direito de seguir suas próprias vias de
produção de sentidos, sem que estes deixem, por
isso, de ser sociais”. (1º parágrafo)
No trecho sublinhado, a autora faz uma ressalva
ao ponto de vista que acabou de expressar.
Essa ressalva remete ao seguinte aspecto
constitutivo da linguagem: