“A Unidos de Vila Isabel levou para a Marquês de
Sapucaí no Carnaval 2026 o enredo
‘Macumbembê, Samborembá: Sonhei que um
Sambista Sonhou a África’, uma homenagem a
Heitor dos Prazeres.” (Revista Exame)
Além do papel fundamental que exerceu no
mundo do samba e de diferentes agremiações
musicais, Heitor dos Prazeres produziu quadros –
mais de 620 obras – que retratavam o cotidiano
das comunidades mais pobres, das festas
populares, sobretudo do samba e do carnaval,
além das celebrações religiosas de matriz
africana. O conjunto de sua produção plástica é
classificado, por suas características formais,
como parte da seguinte tendência: