Considerando-se um paciente de 70 anos, com diagnóstico de insuficiência cardíaca com fração de
ejeção de 35%, em classe funcional II da NYHA (New York Heart Association). Quais terapêuticas
farmacológicas modificadoras de prognóstico (por reduzir risco de internação e morte por insuficiência
cardíaca) precisam constar na receita médica?