Paciente de 30 anos, sem comorbidades, vítima de colisão frontal entre automóveis, com trauma
cranioencefálico. Seus sinais vitais eram estáveis, abria os olhos aos estímulos dolorosos, possuía
resposta de retirada do membro inferior e membro superior esquerdo quando realizados estímulos nestes
membros, e respondia verbalmente, porém encontrava-se desorientado temporoespacialmente. Com base
na escala de coma de Glasgow, tal paciente é classificado como: